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08/06/2015
Criolipólise
Criolipólise: um tratamento que realmente reduz a gordura localizada
O procedimento chegou ao Brasil há cerca de cinco anos e tem mostrado ótimos resultados, além de ser praticamente indolor e permitir que o paciente volte à sua rotina logo após a sessão
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Desenvolvido nos Estados Unidos, o procedimento, que não é invasivo (cirúrgico), vem ganhando cada vez mais adeptos no Brasil, tanto pela eficácia quanto pela simplicidade da aplicação. "O aparelho, que é adaptado para cada área do corpo, é colocado na superfície da pele, promovendo um processo de sucção da gordura localizada. Com isso, as células de gordura são congeladas a temperaturas negativas, durante uma hora, para serem destruídas. Em contato com a baixa temperatura, as células de gordura se rompem totalmente e o corpo entende que essas células não fazem mais parte do organismo", conta a fisioterapeuta Paula Palma. A eliminação das células de gordura é feita naturalmente pelo sistema linfático, por isso é recomendado realizar ao menos uma sessão de drenagem linfática para ajudar nos resultados.
O procedimento não é indicado para emagrecer e sim para reduzir a gordura localizada. Uma ou duas sessões, em cada região, já são suficientes para trazer resultados incríveis, mas há casos em que são necessárias mais sessões. A partir do trigésimo dia, a quebra de gordura já pode ser visível; o efeito máximo, no entanto, acontece de dois a três meses após a sessão. "Conseguimos medir a diferença na fita métrica, mas a melhor maneira de fazer a comparação é com fotografias de antes e depois, na mesma posição", comenta a fisioterapeuta. 
Em uma única sessão, o paciente reduz, geralmente, de 20% a 30% da gordura localizada na região tratada, porém, os resultados variam de pessoa para pessoa. O valor médio de cada sessão é de R$400 e é necessário aguardar pelo menos 45 dias para repetir.
A criolipólise pode ser feita nos braços, barriga, flancos, costas e coxas; é preciso, no entanto, passar por uma avaliação antes. Gestantes, pessoas com alergias ao frio, falta de sensibilidade ou hérnia na região a ser tratada e pós-operatório recente não podem realizar o tratamento. 

Talita Oriani

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