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15/06/2020
Uma década de sucesso e inovação no mercado imobiliário

Uma década de sucesso e inovação no mercado imobiliário

Com profissionais atentos às novidades e tecnologias do mercado imobiliário, a Imobiliária Century 21 Class Imóveis conseguiu conquistar o público londrinense ao longo de dez anos de trajetória

 

A Century 21 é a maior rede de franchising imobiliária do mundo. Fundada em 1971, tem mais de 10 mil agências em 88 países. A marca C21 e? um dos principais pilares de seriedade, confiança e conhecimento no que concerne a? atividade imobiliária.  Esse reconhecimento global foi o fator decisivo para que os sócios Bruno Pelizon, formado em contabilidade, e Fabio Mestre, graduado em administração de empresas, decidissem abrir uma unidade da marca em Londrina e assim iniciar uma trajetória no mercado de imóveis.

Conheça um pouco da história de sucesso desses amigos que se tornaram sócios e conseguiram fazer a diferença em um mercado tão concorrido.

 

De onde veio a ideia de abrir uma imobiliária em sociedade?

Conhecemo-nos em 2001, no antigo Banco Real; trabalhamos juntos lá.

Nesse período do banco, o Bruno virou gerente comercial e acabou conhecendo mais a parte do financiamento imobiliário; era um mercado que estava começando a se flexibilizar.

Passado um tempo, o Bruno foi trabalhar na parte comercial habitacional do Itaú, fazendo financiamento imobiliário. Ficou um ano nessa área; a partir daí, percebemos que a área de imóveis iria explodir.  Resolvemos sair do banco e abrir a imobiliária. No início, éramos em três; isso foi em 2010. Pouco tempo depois, o terceiro sócio saiu.

Quando inauguramos, tiramos oito carros Celta na Metronorte, plotamos os veículos e fizemos um barulho grande da Century 21 em Londrina. Focamos em marketing e visibilidade. Compramos a franquia por ser uma imobiliária muito representativa, em termos mundiais, com um conceito e imagem muito positivos. Se abríssemos Bruno e Fábio, por exemplo, não daria certo. É a maior franquia imobiliária no mundo; isso nos dava respaldo e credibilidade, já que não éramos conhecidos no mercado.

 

Como foi o início para vocês?

No começo, só trabalhávamos com venda, não tinha locação. Contávamos com seis corretores.

Não foi fácil, mas não foi algo tão difícil; pegamos uma boa época e ter a marca da Century ajudou muito no início. Ficamos uns dois anos só com venda. Depois disso, começamos com a locação e melhorou bastante.

Quais foram os principais desafios que enfrentaram nesse começo?

O maior desafio que enfrentamos nessa época continua sendo o mesmo hoje em dia: pessoas, prestadores de serviços em todas as áreas. Essa é uma dificuldade grande que encaramos desde aquela época.

Hoje, são 19 funcionários CLT, 33 corretores e 5 no consórcio.

 

Como foi passar pela primeira crise de mercado?

Pegamos a crise de 2015-2016, a “bolha imobiliária” dos Estados Unidos, e não quebramos devido à locação, pois não se vendia nada. Já no final de 2016, o mercado voltou a aquecer bem e nós estouramos de vender. Nossa imobiliária, inclusive, ganhou o título de imobiliária que mais vendeu Minha Casa Minha Vida dos apartamentos da Construtora MRV no Brasil. Havia meses em que vendíamos 45 apartamentos no mês. Vendemos quase 300 apartamentos entre o final de 2016 e o final de 2017.

 

Diante da pandemia da Covid-19, quais as perspectivas de vocês para o mercado imobiliário?

É uma crise de prazo. O dinheiro parou de circular como antes porque as coisas pararam, mas acreditamos que em 90 dias o mercado voltará com a mesma força. Uma semana antes de pararmos, fizemos cinco vendas de imóveis em um semana. Depois que voltou, vendemos oito imóveis em oito dias.

A locação é o primeiro a voltar, é um mercado de necessidade essencial. O cenário da locação de imóvel comercial não mudou pra gente. Imaginamos que seria uma catástrofe, mas não foi. Tivemos muita negociação, quase 100 por cento de negociação. Existiu muito bom senso tanto do locatário quanto do locador.

 

O que mais surpreendeu vocês nesse período?

A procura por apartamento de um quarto cresceu uns 30 % de março para cá; muita separação de casais e isso aumentou a procura por esses imóveis.

Uma outra área que está muito aquecida é a de imóveis rurais. Aumentou muito. Isso também se deu porque tem muita gente com dinheiro em bolsa. Como houve muita queda, várias pessoas retiraram o dinheiro e não iriam ficar com esse recurso parado; então, acabaram investindo em imóveis. A rentabilidade do imóvel hoje é, sem dúvida, o melhor negócio se comparado a investimentos de rentabilidade fixos e variáveis.

 

Uma dica para quem está com dinheiro e tem medo de investir agora?

Aproveite agora para investir. É um ótimo momento para fazer isso e rentabilizar mais.

Qual é o diferencial da Class Imóveis?

O atendimento e a inovação tecnológica. Acreditamos que o fato de ainda sermos jovens permite que olhemos para muitos outros pontos, os mesmos que aqueles que já estão há muito tempo no mercado acabam não priorizando.

Como enxergam o on-line?

É o futuro. Não tem como não olhar para isso; já estamos nisso há tempos e estamos avançando cada vez mais. A parte administrativa está 100% on-line; o cliente aluga um imóvel sem sair de casa.

Por que vocês acreditam que a sociedade deu certo?

A gente se respeita muito, sabendo da dificuldade um do outro. Cada um sabe o ponto fraco do outro. Sabemos em que cada um é melhor e, diante das situações, direcionamos a solução. Além disso, a confiança é 101%; não tem como dar certo se você confiar 99,9%.

Quais são os projetos futuros?

O foco é ampliar o desenvolvimento de empreendimentos comerciais. Estamos finalizando um agora, na região de Ibiporã. Está dando muito certo e queremos expandir esse nicho. Outro ramo é expandir a parte de venda de imóveis rurais.

 

 

Por Talita Oriani

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