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16/12/2019
Vegetação para áreas internas

 

Vegetação para áreas internas

 

Dezembro chegou e com ele vem também o ímpeto de arrumarmos a casa para receber as pessoas de que gostamos nas comemorações de fim de ano.

Além das tradicionais decorações natalinas, é comum nos preocuparmos em deixar os ambientes mais alegres e vivos com vegetação. Aí surgem as dúvidas sobre as espécies, portes, melhor localização e cuidados básicos para que elas permaneçam vistosas o maior tempo possível, conferindo qualidade ambiental aos espaços internos.

Com o poder de despertar o bem-estar e diminuir o estresse do dia a dia, as plantas foram ganhando cada vez mais destaque no décor das residências, espaços comerciais e, principalmente, nos ambientes que necessitam ser mais humanizados, como hospitais e clínicas.

Alguns itens primordiais precisam ser considerados para a viabilidade dessa vegetação: ventilação natural, uso de ar-condicionado, incidência solar, iluminação artificial, sistema de irrigação, área disponível...

Talvez o local com algum tipo de restrição mais relevante seja o dormitório, uma vez que determinadas espécies de plantas produzem grande troca gasosa (gás carbônico / oxigênio) durante a noite.

No geral, sobre as espécies mais indicadas, com boa durabilidade e baixa manutenção, temos:

- Suculentas: em voga nos últimos anos, elas são extremamente práticas para cuidar, demandando poucas regas. Com muitas espécies e estéticas diferentes, essas plantas “gordinhas” gostam de um período curto de exposição solar;

- Ráfia: demanda rega frequente, sem exageros, e se adapta bem a diferentes iluminações. É o tipo de palmeira mais popular e normalmente é utilizada sozinha, em vasos, mas garante um visual bastante interessante ao formar maciços com várias unidades;

- Jibóia: versátil, pode ser utilizada enquanto pendente, quando suspensa, ou como trepadeira, quando direcionada para estruturas. Não necessita de insolação direta e as regas são regulares;

-  Xanadú: é dos mais compactos dos filodendros (família da costela-de-adão). Adapta-se muito bem aos climas tropical e subtropical. Demanda rega mais frequente e vai bem em meia-sombra, quando forma arbustos mais vistosos, tanto em vasos quanto em solo;

- Pacová: também pertencente à família dos filodendros, é famosa por suas folhas grandes e caule bulboso. Desenvolve-se bem em vasos, mas necessita de alguma exposição solar, com regas frequentes. Ambientes com uso extensivo de ar-condicionado debilitam a planta;

- Espada-de-são-jorge: bastante resistente, possui grande apelo estético. Demanda pouquíssima manutenção e suas folhas cortadas garantem arranjos lindos, durando bom tempo somente em água limpa. Sem contar o lado místico que ronda a espécie, que é considerada protetora e próspera.

Existem inúmeras outras espécies para nos auxiliar na decoração dos ambientes, como bromélias e folhosas, do tipo comigo-ninguém-pode, zamioculca, samambaias... O ideal é se informar previamente com um profissional da área e cuidar da planta escolhida com carinho!


Por Leonardo Sturion

@leosturion

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