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15/10/2019
Iluminação de ambientes

Iluminação de ambientes

Uma escolha inadequada de iluminação pode acabar desvalorizando todo o trabalho que você teve ao planejar um ambiente


Jantar em um bom restaurante, trabalhar em home office, ir à farmácia. Boa parte da atmosfera que nos vem à cabeça sobre essas ações é fruto da iluminação de cada ambiente. A qualidade lumínica de cada ambiente é responsável pela qualidade das atividades que desenvolvemos ou das sensações que temos estando neles. Quando a iluminação de ambientes é bem-sucedida, o lugar fica aconchegante.
Existem normas para controle da intensidade mínima de luz para cada função desempenhada, variando na iluminação geral e nas superfícies de trabalho. Nesse rol de requisitos, temos as informações técnicas tanto das lâmpadas quanto das luminárias.
O que é primordial conhecermos é a temperatura de cor das lâmpadas, medida em graus Kelvin (K). Ela, basicamente, determina o ?humor? dos ambientes. Para entendermos, quanto maior a numeração, mais próximo do branco ideal, da luz solar original.
Encontramos no mercado estas faixas de temperatura de cor:
5.500-6.500 K = luz branca (chamada de fria), direcionada aos ambientes de trabalho que demandam abundância de fluxo luminoso para desempenho das atividades, ou locais que necessitam de estímulos para produção e/ou vendas rápidas (escritórios, consultórios, farmácias, fast-food);
4.000 K = luz neutra, intermediária, ideal para a maioria dos ambientes domésticos e alguns comerciais;
2.700-3.000 K = luz amarelada (chamada de quente/morna), ideal para ambientes que demandam maior conforto visual (salas de estar, restaurantes, outras situações domésticas e comerciais).
Agora, você já pode escolher a melhor coloração em sua próxima troca de lâmpadas!

 

Por Leonardo Sturion, arquiteto

@leosturion

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