Notícias

16/07/2019
“Acho que é culpa do olho gordo, da inveja, de alguma crença limitante ou talvez de um encosto, só pode...”

“Acho que é culpa do olho gordo, da inveja, de alguma crença limitante ou talvez de um encosto, só pode...”

 

 

A maioria dos “fracassos” que a gente vive não tem nada a ver com esses pontos aí de cima não. Eles são só consequência de nossas escolhas. Sim, escolhas! Lembre-se de que ausência de ação também é uma escolha.

 

Fico vendo muitos influenciadores digitais, terapeutas, coachs colocando esses tópicos como ponto central do “fracasso” alheio ou da falta de sucesso do indivíduo. No entanto, cada vez mais, comprovo que o ponto central não é nenhum desses itens. Na verdade, na maioria das vezes, é só preguiça, falta de dedicação, vitimismo, vagabundagem, mimimi etc.  Bem que eu gostaria de dizer o contrário aqui, já que amo terapias alternativas e cada vez mais estudo sobre energias e física quântica.

 

O problema é que, em geral, a gente não quer resolver o problema ou encontrar uma solução; o que a gente quer é resolvê-lo em um mês, uma semana ou, se puder, em um dia. E, de preferência, sem sofrimento e esforço.

 

Aí, se não resolve, já desiste, fica indignado e não consegue entender o porquê de as coisas não acontecerem ou darem certo; fica achando que só pode ter macumba, inveja, energia negativa alheia envolvida... Depois, solta as famosas frases: “Deus não quis”; “Não era pra ser”. É, tem muita coisa que não é para ser e várias outras que Deus realmente não quer, mas, no mais das vezes, NÃO... Deus não está nem aí para essas bobeiras.

 

A questão é a falta de luta da nossa parte. Falta de persistência, de trabalho duro, de se abster de inúmeras situações, de paciência, resiliência... Não tem nada a ver com questões “energéticas/espirituais”, ok?! A gente precisa aceitar a verdade, encarar a realidade, levantar a bunda do sofá e parar de achar que a culpa das nossas mazelas é do outro ou do além.

 

Por Talita Oriani

Busca