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16/07/2019
A conexão Baixa Experimenta da gastronomia

A conexão Baixa Experimenta da gastronomia

 

Sucesso nas redes, o site Baixa Experimenta tem uma política editorial de só indicar o que de fato as jornalistas que o dirigem gostam, de usar fotos reais, sem edição, e de informar os valores de tudo o que é avaliado

 

Maria Eduarda Oliveira e Tatiana Ferreira são as jornalistas (que foram colegas de faculdade) por trás do famoso site Baixa Experimenta, também presente no Instagram. Criado em 2012, com o intuito de compartilhar dicas e fotos de botecos, barzinhos e lugares clássicos de Londrina, o Baixa, como é mais chamado e conhecido, surgiu como um blog. 

A ideia principal era compartilhar tudo o que elas amavam comer, contar histórias da cidade, tirar fotose estimular o leitor a conhecer cantinhos diferentes daqueles que estavam acostumados a frequentar.

A ideia deu tão certo que virou site, chegou ao Instagram com mais de 100 mil seguidores, e resultou ainda em festivais próprios, parcerias com grandes e pequenas empresas e apoio a dezenasde empreendedores.

Conheça, agora, um pouco mais sobre essas jovens jornalistas que, desde abril, assinam a editoria “Menu” do Jornal da Gleba.

 

Por que Baixa Experimenta? 

No começo, nossa ideia era comentar só sobre osbotecos da cidade, mas o feedback foi tão bacana que começamos a falar de tudo que valia a pena! Em 2018, mudamos o nome para Baixa Experimenta, lançamos um novo site e uma nova identidade visual. 


Qual o principal objetivo do site/Instagram hoje? 

A ideia continua ser a de compartilhar dicas legais e fazer as pessoas saírem de suas escolhas rotineiras. Amamos descobrir e mostrar o que está além dos sabores.


Quais os projetos futuros? 

Temos alguns, inclusive mais trabalhos de bastidores, para ajudar os restaurantes e estabelecimentos em algumas áreas nas quais ganhamos experiência ao longo desses anos. Também queremos promover mais eventos que valorizem diversos cantinhos da cidade. 



Já provaram alguma comida ruim?Tiveram de escrever mesmo assim e falar que era boa?

Desde o início, temos a política de não compartilhar experiências que não achamos boas. Seja uma postagem espontânea, ou um publieditorial, nós provamos tudo antes de compartilhar a dica.

 

Desses lugares que já visitaram, qual foi o que mais surpreendeu? Por quê? 


Duda: Foram diversos os lugares, mas o mais legal sempre é conhecer a história de quem está por trás desses estabelecimentos. Quem faz a comida, quem serve a mesa. São centenas de histórias incríveis. Minha surpresa mais recente foi provar comida japonesa em um restaurante dentro de um posto de gasolina. Comida boa e bem-feita, dentro de um posto!


Tati: Foram vários. Gosto quando é autêntico e você sente que o cozinheiro, dono da casa, tem aquilo que ele criou, não precisa ser algo que não existe em nenhum lugar do universo, mas que tem o toque pessoal dele. Gosto desses lugares que agregam autenticidade, com ingredientes bons e preço acessível. Um de que me lembro foi o Acarajé, naRua Mato Grosso. Cheguei lá e estava tocando uma música baiana. A dona é da Bahia, veio para cá trabalhar e sentia falta da comida baiana. Resolveu vender acarajé no sábado. O sabor é incrível, o preço, acessível, e todo o clima que ela cria lá é maravilhoso.

Qual o tipo de comida preferida de vocês?

Duda: Comida bem-feita, não importa qual. Acho que se tivesse de escolher algum tipo de gastronomia, ficaria entre a italiana e a árabe.

 

Tati: Comida bem-feita também. Oscilo entre arroz, feijão, ovo, batata frita e salada. Sou apaixonada por feijão. E gosto muito de comida com caldos, tipo moqueca; com curry, amo muito. 


O que vocês não comem? 

Duda: Acho que nada. Não sou muito fã de carnes exóticas, como rã e jacaré, por exemplo. De resto, gosto de tudo, desde que bem-feito.

 

Tati: Hoje em dia, sou vegetariana; então acho que carne, mas não é sempre, já houve ocasiões em que experimentei.


Qual o restaurante preferido na Gleba? E em Londrina? 

Duda: Pergunta difícil! Na Gleba, gosto muito dos cafés, do Mezzate, do Som Tam, Snoobar. 


Tati: Não tenho, são fases. Frequento muito o Café com Propósito, no centro. Esses dias conheci o Aviva Café, da Andréia Luchetti, e amei. 


Por Talita Oriani

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