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13/05/2019
Os variados interesses de uma mulher de sucesso

2e0c0201-beaf-4654-91c7-190209ebc9f8 (1).jpgOs variados interesses de uma mulher de sucesso

?Somos nós que criamos nossa própria realidade; somos responsáveis pela nossa vida, e cada desafio que enfrentamos faz parte do nosso processo de crescimento?

 

 

A diretora Internacional da Sociedade Rural do Paraná (SRP), Luly Barbero Turquino, é formada em direito, mas foi no agronegócio que se encontrou. Paulista, radicada em Londrina há nove anos, passou a atuar nos negócios da família e, ao vir ao Paraná organizar um leilão de gado para o seu pai na SRP, conheceu aquele que viria a ser seu marido, Alexandre Turquino, com quem tem dois filhos, Lorenzo (9) e Laura (7).

 

Além da beleza, que é algo que tem de sobra, LuLy também esbanja disposição. Mãe, esposa, empresária, agropecuarista, apresentadora de TV, apaixonada por esportes e viagens, já deu a volta ao mundo. A experiência foi tão maravilhosa que pretende repetir em breve, agora com toda a família.

 

Jornal da Gleba - Como foi dar a volta ao mundo?

 

Luly - Sempre tive o sonho de sair pelo mundo; aos 23 anos resolvi realizar Sentia a sede de buscar algo mais. Fiquei dois anos viajando.

Comecei passando pela Alemanha, Suíça, Holanda, segui para Grécia, Índia, Caxemira, Tailândia, Vietnã, Indonésia, Austrália, Nova Zelândia, Estados Unidos. Embarquei sozinha, com uma mochila de oito quilos nas mãos, e com o propósito de conhecer o mundo e me conhecer. Foi difícil deixar família e amigos; na época, não tinha essa história de rede social. Me jogar no mundo foi uma experiência única que me amadureceu, me trouxe força e autoconhecimento.

O maior aprendizado que tive nessa viagem e que trago comigo até hoje é que somos nós que criamos nossa própria realidade; somos responsáveis pela nossa vida, e cada desafio que enfrentamos faz parte do nosso processo de crescimento. Ali, tive experiências de ficar 21 dias em silêncio, meditando, sem nenhum contato com o mundo externo. O mundo passa a ser visto de outra maneira. Foi, sem dúvida, uma experiência e tanto. Já estou programando a próxima volta ao mundo, só que, desta vez, com meu marido e meus filhos.

 

Quais são suas principais atividades profissionais?

Me formei na FAAP; atuei por três anos com advocacia, mas não gostava da ideia de me ver trancada em um escritório e ver a vida passar.

Vim para Londrina, para ajudar meus pais nas fazendas e me encantei com o ?mundo rural?. Logo, fui convidada a fazer parte da Diretoria da Sociedade Rural do Paraná e da Agência Terra Roxa de Desenvolvimento Norte do Paraná. Hoje, além de cuidar dos negócios próprios, tenho um programa de televisão e uma página na Folha Rural semanal.

 

Hoje, qual dessas atividades mais a encanta?

Gosto de trabalhar na Sociedade Rural do Paraná por ter a chance de criar projetos e vê-los acontecerem rapidamente, como no caso da campanha ?O Agro Nos Move?, que são pequenos vídeos voltados a informar a sociedade sobre a realidade do campo, ou outro projeto como a ?Expo no Campo?, visitas a propriedades ? modelos em tecnologia e inovação ?, que acontecem durante a Expo Londrina. Também estou gostando de trabalhar com televisão.

 

Você gosta muito de esporte; qual modalidade mais pratica?

O esporte me acompanha desde criança, quando competia em campeonatos brasileiros de natação e tênis. Sou viciada em esporte; se não faço um dia, já me sinto mal. Amo wakeboard e atualmente estou viciada no Muay Thai, que combina terapia e esporte em um só momento.

 

Como é a maternidade para você?

Ser mãe é dedicação, paciência e insistência todo o tempo. Mãe não afrouxa, põe limites com amor e prepara os filhos para os desafios da vida que um dia irão enfrentar. Sou daquelas mães que, apesar da correria, procura estar sempre presente.

 

Qual o segredo para dar conta de fazer tudo isso e ainda ser mãe e esposa?

Acredito que, graças à tecnologia, as mães de hoje são diferentes das de outro tempo. É como se levássemos o escritório nosso conosco, onde estivermos. Conseguimos cuidar de tudo ao mesmo tempo, até de nós mesmas. Quando gostamos do que fazemos, tudo flui e nos sentimos felizes.

 

 

Por Talita Oriani

 

 

 

 

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