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14/03/2019
Com seu estilo sofisticado, Helenida Tauil é a nova colunista do JG

Com seu estilo sofisticado, Helenida Tauil é a nova colunista do JG


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Uma pessoa sociável, colunável, não precisa ser rica, ela precisa ter um destaque (positivo) de alguma forma. Há pessoas que simplesmente “têm estrela”

 

Com mais de 20 anos de atuação na tevê, Helenida Tauil é filha dos sírios Amélia e Taufik Tauil. Como comerciante, Taufik exerceu grande influência na área comercial londrinense, especialmente nos setores de café e imobiliário. A elegância, o bom humor e a educação da Helenida, que não passam despercebidos por quem cruza seu caminho, vêm de berço. Mulher de gosto refinado e com destaque na sociedade local, Helenida já escreveu as principais colunas sociais da cidade e, a partir de agora, vai assinar a coluna social do Jornal da Gleba. Conheça um pouco mais da trajetória de nossa nova colunista na entrevista a seguir.

 

Jornal da Gleba - Como começou sua história na comunicação?

 

Helenida Tauil - Desde pequena, eu era muito exibida, ficava na frente da tevê, imitando a Olívia Palito, e agradecia o público depois. Era uma diversão! Mas, na fase adulta, minha família achou melhor eu fazer direito, então fiz. Mas não gostei, me formei e resolvi não atuar na área. A comunicação sempre ficou na minha cabeça. Então, resolvi fazer jornalismo, que acabei cursando na UEL.



Como foi o início na carreira?

Comecei depois de um convite da jornalista Lia Mendonça para fazer uma assessoria de imprensa. Logo após, fui cobrir férias dela na coluna social. Também passei a cobrir férias da Ana Marta e da Elisiê Peixoto, ambas na coluna social. Já na tevê comecei a fazer um quadro no programa da Mafalda Mulher; ela me convidou. Sou muito grata pela generosidade dela. A tevê foi realmente minha paixão.

 


Como surgiu seu primeiro programa de tevê?

Estava fazendo um cerimonial na ACIL quando a professora Elisabeth Laffranchi me convidou para fazer um programa na TV MIX. Esse, de fato, foi meu primeiro programa, e se chamava Helenida. Fiquei lá do ano 2000 até fechar, em 2007. Logo em seguida, fui morar na França. Era uma experiência que já queria há algum tempo. Então, fui com meu marido e minhas duas filhas para ficar um ano. Foi uma experiência incrível de vida. De volta ao Brasil, já tinha um convite da Rede Massa. Deu certo e fiquei com o programa Empresas e Negócios, no SBT, por dez anos. Encerrei meu contrato agora, em novembro de 2018.

 

 

 

 

 

 

 


Hoje, o que lhe traz mais alegria?

No momento, é servir. Eu vim para servir. Tenho o maior prazer em ajudar. Se você precisa de alguma coisa e eu sei quem tem, quem pode ajudar, vou lá e faço essa ponte.  Poder proporcionar isso me faz muito feliz. Sou muito, mas muito agradecida por ser jornalista, pois essa profissão me permitiu criar uma rede de relacionamento imensa, de diversas áreas e setores. Me deu uma abertura para diversos mundos. Me sinto muito feliz em conhecer pessoas, ter esse contato com gente diferente o tempo todo e descobrir novas coisas.




O que é uma pessoa elegante para você?

É aquela que desde a hora em que acorda e vai dormir está de bem com a vida, com ela mesma e com as pessoas. É alguém de berço. Uma pessoa extremamente elegante, para mim, é a Maria de Fátima Lopes, que trabalha comigo há 26 anos. Ela é o esteio de muita coisa na minha casa. Ela coloca uma mesa finamente; recebe perfeitamente todas as pessoas; atende todos com o maior carinho e dedicação, e criou os três filhos de forma impecável. Ela veio da roça e teve uma ascensão incrível. Eu a admiro muito e a acho extremamente elegante. Já uma pessoa conhecida em nível nacional, que me parece muito elegante, é a Costanza Pascolato, não só pela questão moda, mas pela personalidade. Para você ser elegante, não precisa usar nenhuma grife; a forma como você veste uma simples calça jeans ou um vestido de noite é que dita sua elegância. Está na postura da pessoa e não nas vestimentas em si. Adoro a moda, um bom corte, uma boa marca, mas cultivar essa necessidade como prioridade é algo que não faz sentido. Tem muita coisa que precisa vir antes disso: postura, educação e empatia, por exemplo. Se você não faz dentro de casa, você não fará fora.


Por Talita Oriani

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