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15/09/2018
Apaixonada pela vida em condomínio - Gerente condominial há 18 anos, Melissa de Oliveiraressaltaa importância do trabalho de manutenção nos prédios da Gleba Palhano
Apaixonada por administração de condomínios
Gerente condominial há quase 20 anos, Melissa de Oliveira ressalta a importância do trabalho de manutenção nos prédios da Gleba Palhano

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Moradora da Gleba Palhano desde o início dos anos 2000, Melissa de Oliveira  é jornalista de formação, mas administradora de condomínios por paixão e vocação. Acompanhou o nascimento e o crescimento do bairro, observando que, de lá paracá, muita coisa mudou. Os problemas aumentaram na região e a administradora encontrou, em seu trabalho, uma forma de ajudar os moradores a terem uma vida mais tranquila e eficiente em um bairro tão intenso e repleto de surpresas.Confira mais na entrevista a seguir.

Como surgiu sua paixão pela administração de condomínios?
Tudo começou em conversas com vizinhos e moradores da região. Escutava as queixas, as dificuldades que encontravam e fui percebendo a semelhança dos problemas no dia a dia dos moradores. A partir daí, fui sentindo necessidade de ser mais útil, de ajudar a solucionar e de somar, para que todos pudessem ter uma vida melhor em condomínio.Então, me especializei em implantação de condomínios, primeiras compras, contratação e treinamento de funcionários.

Quais são as principais dificuldades de seus clientes hoje em dia?
Com certeza, as maiores preocupações são segurança,taxa condominial baixa, equipe treinada e capacitada.

Como seu trabalho contribui para a manutenção de edifícios e o bem-estar de moradores? 
Assumo toda a gerência do edifício.Então,uma boa administração e manutenções preventivas em dia evitam transtornos e gastos.Fui a primeira gerente do edifício Sonneto Residenziale, em 2013. Voltei em 2018 e me deparei com a necessidade de dar sequência às manutenções, já que o edifício não está mais na garantia da construtora. É isso o que ocorre com muita frequência na Gleba. Depois de finalizadaa garantia das construtoras, os condôminos se veem perdidos.

Do que mais gosta na Gleba Palhano?
Fui síndica profissional de vários prédios; então, fiz muitos amigos e participei da formação de várias famílias. Vi muitas crianças nascerem e acompanhei muitas histórias. Isso é do que mais gosto, me sinto em casa, em família, mesmo não estando no meu condomínio.

Do que menos gosta?
Meu sonho é padronizar a prestação de serviços às famílias da Gleba Palhano, tanto na área comum quanto em áreas privativas dos condomínios. Os moradores ainda estão carentes de mão de obra qualificada e de preço justo. Às vezes, escuto reclamações como: "Quando eu morava em outro bairro,a troca deuma torneiraera muito mais barata..."   

O que gostaria que tivesse na região da Gleba?
Uma união entre os condomínios para somar cada dia mais. Todos ganhariam com isso!

Talita Oriani

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